APARIÇÕES DE JACAREI 26 ANOS DE GRAÇAS

APARIÇÕES DE JACAREI 26 ANOS DE GRAÇAS
APARIÇÕES DE JACAREI 25 ANOS DE GRAÇAS

terça-feira, 18 de julho de 2017

AS APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA DA MISERICÓRDIA DE SAVONA - ITÁLIA




A 1°. Aparição

     Sábado, 18 de março de 1536. Antônio Botta, um agricultor natural do vale de São Bernardo, a seis quilômetros de Savona, dirige-se bem cedo à sua pequena vinha para completar a poda. Como seu costume, caminha rezando o santo Rosário; junto ao regato que deve atravessar pensa em se refrescar naquelas águas, e naquele momento Nossa Senhora aparece. O seu depoimento oficial é conservado no Santuário desde 1596.
     Ele relata que no momento em que ia lavar as mãos vê descer do céu um grande resplendor; fica assustado, está prestes a cair nas águas, tanto que seu chapéu cai da cabeça, e ouve uma voz que vem da figura de Senhora que há no resplendor. “Levanta e não duvides que eu sou Maria Virgem. Vá até teu confessor e diga para ele anunciar na igreja que o povo deve fazer jejum por três sábados e vir em procissão em honra de Deus e de sua Mãe. Tu portanto confesses e comungues; no quarto sábado volte a este lugar”.
     Naquele instante Botta ouviu passar pela estrada algumas pessoas e de medo de ser notado, deseja se esconder, mas a Aparição lhe diz:  “Não te movas, pois eles não podem nos ver”. Então a Aparição desaparece e com ela também o resplendor.
     Tendo se recobrado do estupor, Antônio corre informar o fato ao Reitor de São Bernardo no Vale, um franciscano, que conhecendo a sinceridade e a honestidade do camponês, informa Mons. Bartolomeo Chiabrera, Vigário geral do Cardeal Agostino Spinola para a Diocese de Savona. Como era o tempo da Quaresma, os pregadores obedecem à ordem de Nossa Senhora e convidam o povo a fazer penitência.



A 2°. Aparição

     No dia 8 de abril, vigília do Domingo de Ramos, e quarto sábado depois da primeira aparição, Antônio Botta, fiel ao convite de Nossa Senhora, retorna ao local do milagre. Ajoelhando-se, junta as mãos em oração e eis que o prodígio se repete. O céu se abre e uma luz intensa, deslumbrante, pousa sobre uma pedra da torrente, e pouco a pouco toma a forma de uma Senhora toda vestida de branco, coroada de ouro refulgente, com as mãos estendidas num gesto de dulcíssima misericórdia.
     Então a Senhora diz: “Tu irás àqueles que em Savona mandaram pedir explicações sobre minha primeira mensagem e dirás que anunciei ao povo que jejue por três sábados e faça com que todos os religiosos e as casas de disciplinantes (que fazem penitência) realizem a procissão por três dias; e a estes disciplinantes se recomenda a disciplina (flagelação) sobretudo no Sábado Santo... E em geral anuncio a todo o povo para se emendar de suas iniquidades e deixar os vícios e pecados, porque o meu Filho está muito irado com o mundo por causa das grandes iniquidades que reinam nele atualmente”.

     Tendo dito isto, a Senhora levantou três vezes as mãos e os olhos ao céu e exclamou, dirigindo-se a Jesus: 

“Misericórdia, Filho, desejo e não justiça!” 

Então desapareceu e no lugar permaneceu um intenso perfume.




A 3°. Aparição


     Em 18 de março de 1580, quarenta e quatro anos depois da 1°. Aparição, Nossa Senhora aparece novamente no vale de Letimbro a um frade capuchinho, o Pe. Agostinho de Genova. A aparição aconteceu sobre uma colina que se eleva solitária a noroeste do Santuário: é quase um gesto de bênção para a procissão votiva que está se dando no Santuário, a confirmação da mensagem de Nossa Senhora e de sua proteção. No local primeiro foi colocada uma Cruz (daí o nome de Crocetta (Cruzinha) dado ao local) e em 1680 foi erigida uma Capela.
     No local das aparições foi erguida uma Igreja, que se tornou até hoje um centro de peregrinações, denominado Santuário de Nossa Senhora, Refúgio dos pecadores.
     Anualmente os devotos chegam aos milhares, em busca de sua Mãe e de seu Salvador, pois onde está a Virgem Santíssima o Seu Divino Filho também está presente, curando e santificando Seus amados filhos.
     
     Em 2015 festejou-se os 200 anos da coroação de Nossa Senhora da Misericórdia pelo Papa Pio VII, ocorrida no dia 10 de maio de 1815.














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